Dos dez maiores doadores da atual campanha, cinco são grupos
empresariais que tiveram origem no ramo da construção. São os casos da OAS (2.º
maior), Andrade Gutierrez (5.º lugar), UTC Engenharia (7.º), Queiroz Galvão
(8.º) e Odebrecht (9.º). Os valores foram agregados por grupo econômico e
incluem subsidiárias de outros setores, como energia.
Segunda
colocada no ranking dos maiores contribuintes com os políticos, a Construtora
OAS acumula R$ 66,8 milhões em doações. O PT ficou com quase metade desse
dinheiro, ou R$ 32 milhões. O restante foi dividido entre PMDB, PSDB e PSB,
entre outras legendas.
A
Andrade Gutierrez doou R$ 33 milhões, divididos quase que exclusivamente entre
PT (R$ 16 milhões) e PSDB (R$ 13 milhões). A UTC deu R$ 29 milhões (R$ 13
milhões para petistas), a Queiroz Galvão doou R$ 25 milhões (PMDB recebeu R$ 7
milhões), e o grupo Odebrecht, R$ 23 milhões, principalmente para PT, PSDB e
DEM.
O
terceiro maior doador é do setor de mineração. O grupo Vale doou cerca de R$ 53
milhões até agora, por meio de uma série de empresas. Dois partidos se destacam
entre os beneficiários de suas doações: PMDB (R$ 20,6 milhões) e PT (R$ 14,5
milhões).
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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